domingo, 27 de dezembro de 2009
Assim, de repente...
domingo, 6 de dezembro de 2009
Fim do sofrimento
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Kart e carne crua na Paulicéia
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Covardia não ganha campeonato

É preciso atitude e coragem, Sr. Muricy. Porque time, comparando aos que disputam o título, você tem. Quando foi contratado, pedi que tivesse cuidado com essa camisa. Ainda dá tempo.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Solidariedade não "cai" a mão

sexta-feira, 2 de outubro de 2009
"Vai com os anjos, vai em paz"
Ficam as lembranças das "Sergices", do faro apurado pela música, da inteligência, da paciência e companheirismo de um verdadeiro AMIGO. Vou tentar traduzir em música, que você tanto gostava, porque palavras me faltam.
Love in the afternoon - Legião Urbana
http://www.youtube.com/watch?v=tYRuaDmeLwE
Light my fire - The Doors
http://www.youtube.com/watch?v=6O6x_m4zvFs
Apenas um alento: o céu certamente está em festa. Porque acabou de desembarcar por lá um Sérgio que fará muita falta no plano terreno. Fica a lembrança de um menino que amava a vida, cheio de sonhos e que como um pássaro em busca de liberdade, "bateu asas" muito jovem.
Descanse em paz, amigo. Fique com Deus e saibas que a tua alegria continuará viva dentro nós.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Ok Sarney, você venceu, escolha a pizza!!!

Já não é de hoje que brochei com política. Desde 1990, quando bati o martelo que seria jornalista, então prestes a completar 15 anos, a coisa foi declinando. Primeiro um lampejo de esperança. Collor veio com tudo e prometeu caçar os marajás que deixavam comida apodrecer mas não levavam à mesa dos necessitados. Mesmo lendo o Manifesto Comunista de Marx e flertando com a bandeira vermelha, pensei: esse é o cara!!! Eu e alguns milhões de brasileiros embarcamos no embuste do espertinho. Mas eis que o tempo encarregou-se de desmascará-lo e nova esperança renascia. Vibrei com os votos pró-impeachment no Congresso. Elle caiu. Acreditei mais uma vez que o país tinha jeito.
As convicções esquerdistas ganhavam sentindo com o passar dos anos. Vieram novas eleições e a revolução que tanto sonhava ganhou corpo quando LULA tomou o poder. Eufórico, fui para a Paulista e esperei pelas primeiras palavras do metalúrgico-presidente. E ele me fez voltar pra casa mais eufórico ainda. Sim, Brasil, você ainda tem jeito. Lembro-me de cruzar com o jornalista Chico Pinheiro, tão feliz quanto eu e milhares de pessoas que terminaram aquele memorável domingo acenando bandeiras vermelhas.
Mas veio o escândalo mensalão. “Ah, mas o congresso sempre funcionou assim”, muitos diziam. Desencanei mais um pouco. Foquei nos amigos, na família, na música, no futebol. Não vou mais esquentar com isso, prometi. É inegável que Lula melhorou esse país. Mas se corrompeu pra isso e prova irrefutável se descortina agora, ao final de seus oito anos de mandato. Muitos discursos, acertos e alianças internacionais. Até herói de Barack Obama ele virou. Mas foi fraco – aliás, está sendo – e um tanto desleal com seu povo. Quem o elegeu e o reelegeu não esperava atitudes tão covardes em defesa de um corrupto inescrupuloso.
É de embrulhar o estômago ver Collor discursar e vociferar contra Pedro Simon em defesa de Sarney. Aliás, ver Collor lá de novo é aplacar um nariz de palhaço – com todo respeito à digna classe dos narizes de plástico – e rir da própria sorte.
Por mais que sejamos maioria, não adianta gritar contra Sarney, afinal, “a vaga no Senado é da família, né vô?”, atos secretos não existem e ele não tem culpa de nada.
Sinal de que não temos pra onde correr. Estamos enjaulados com leões famintos, bigodudos e cheios de razão. Não adianta chorar. Nem na Paulista.
Foto extraída do blog do Tas - marcelotas.blog.uol.com.br Montagem de Rafael Rosa - São Luís - MA
domingo, 9 de agosto de 2009
Herói estradeiro

Léo: sempre bem humorado e pronto pra luta
Herói estradeiro
Seu sonho, desde moleque, era ganhar dinheiro
Leônidas, quis o destino, não nasceu boleiro
A vida lhe permitiu de ofício, ser caminhoneiro
Conheceu a Joana, casou-se e ficou numa boa
E logo a família cresceu: o primeiro da fila fui eu
Sempre na boléia, dos quatro filhos ele nunca esqueceu
Quando voltava era sempre uma festa
O barulho do freio, abraço apertado, beijo na testa
Corríamos para o portão, gritando pelo Léo
Sempre que ele chegava nos sentíamos no céu
Um viajante sem rumo pelo Brasil inteiro
Conhece do Oiapoque ao Chuí
Percorre estradas, sol, chuva e atoleiro
Sempre bem humorado, lutando sem desistir
Como todo brasileiro que não deixa de sorrir
terça-feira, 21 de julho de 2009
Belluzzo, não se mexe em time que está ganhando!

Jorginho caiu nas graças do elenco. Merecia a efetivação.
domingo, 19 de julho de 2009
Na contramão da Rota
Neste domingo, no horário "nobre" pós-futebol, resolvi encarar o ROTA Comando, de Elias Júnior. A ideia era contar a história da tropa de elite paulistana, porém, talvez a fonte - o livro Matar ou Morrer, de Conte Lopes - tenha contribuído para o festival de patacoadas.

Muitos "rotarianos" eram contra o filme e temiam manchar a imagem da ROTA
Os criadores de Tropa de Elite, - se já viram o filme - provavelmente tenham gargalhado com as cenas e atores despreparados e certamente perceberam traços da produção carioca neste longa. Da narração aos tapas e uma tonelada de palavrões, a diferença ficou por conta do enredo e da carência de boas interpretações.
Não dá para culpar os "atores" de ROTA Comando porque eles não os são. Diálogos engessados, textos ruins e aparições do próprio Conte Lopes como Capitão deixam a impressão de que a trama poderia ter sido melhor engendrada não fosse a maneira um tanto caricata de pintar vilões e mocinhos na história.
Para piorar as coisas o filme dá um "tiro no pé" da própria ROTA, revelando total despreparo da polícia paulistana ao negociar com um bandido armado. Ele diz que vai se entregar e pede garantias. São quatro ou cinco "rotarianos" mortos ao botar a cara para o bandido e acreditar que ele vai se entregar. Numa delas, Vadão, foragido das favelas cariocas e estabelecido em São Paulo, põe o filho à frente com uma arma na mão e diz que é a dele e que ele vai se entregar. Quando o PM se aproxima ele dispara contra o policial e volta pro barraco novamente, comemorando. Eis que entra em cena Conte Lopes - o protagonista - e com um tiro certeiro acaba com a farra de Vadão.
Ao contrário da trama carioca, que contou com um protagonista de peso e alguns atores profissionais, nenhum ator de renome participou do filme. Vale ressaltar que Tropa de Elite custou 10,5 milhões de reais e ROTA Comando teve orçamento de 500 mil reais, segundo o site G1.
Nos extras, comentários do diretor Elias Júnior, de Conte Lopes e de Paulo Ricardo, que compôs ao lado de Andreas Kisser - ex-Sepultura - a trilha do filme e mais "tiro no pé". No depoimento de Lopes descobre-se que Elias Júnior e sua assessora o procurou no fim de 2007 com a ideia de fazer um documentário ou filme sobre a Rota e então, Lopes ofereceu seu livro como fonte. Esta informação contradiz o próprio diretor, que defende ter concebido o filme antes de Tropa de Elite, na mesma reportagem destacada no parágrafo anterior, porém, este foi lançado em 14 de outubro de 2007.
Se ficou curioso, boa sorte.
*Foto extraída so site Wikipédia - upload.wikimedia.org/
quinta-feira, 25 de junho de 2009
"Hermano" racista?
O argentino se defende e diz que não xingou Elicarlos. O vice-presidente do Grêmio, André Krieger, também faz coro com Lopes e diz: "Foi uma acusação mentirosa, inventada pelo jogador do Cruzeiro e levada adiante pelos cartolas". E completou: "É coisa dos Perrelas da vida", referindo-se à família que comanda o Cruzeiro, segundo matéria publicada no site Terra.
Em princípio, prefiro acreditar no brasileiro, visto que há antecedentes "argentinos" neste ato torpe e desumano. Racismo não se perdoa e lembro-me (o UOL me ajudou a lembrar também) que Desábato passou 36 horas preso em São Paulo e ainda teve que desembolsar uns "pesos" pra voltar pra casa.

E Máxi Lopes? Prestou rápido depoimento e saiu de fininho. Voltou a Porto Alegre junto com a delegação gremista. Coisa de país sério. Dois pesos e duas medidas. Merecia ter passado pelo mesmo constrangimento de Desábato para, ao menos, sentir na pele o preço da infeliz provocação.
*Foto extraída do site do jornal Zero Hora - Tatiana Lopes
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Paz nos estádios
Mas numa bela manhã de domingo chega em minha casa o primo Cláudio, corintiano, em dia de clássico. Vamos ao Morumbi??? Abri um sorriso e topei no ato. Seria minha primeira de muitas visitas aos palcos do futebol paulista e consequentemente, como o passar do tempo, uma revisão nos planos profissionais.
Num curto espaço de tempo já conhecia o Palestra Itália, Pacaembu, Canindé e até o Bruno José Daniel, em Santo André. Neste dia, inclusive, em protesto contra o técnico Nelsinho Batista - medíocre até hoje - fui parar nas páginas do Diário Popular, hoje Diário de S. Paulo, numa foto da arquibancada em que, ao lado da massa palestrina, segurava a faixa de "elogios" ao treinador para forçá-lo a bater retirada. Todas as visitas extremamente calculadas em momentos dividos entre torcedor e futuro jornalista.
Estreei em 91, época em que as organizadas mediam força "no braço" e passaram a explodir bombas, usarem armas de fogo, etc. Enfim, de lá pra cá muitas tragédias aconteceram. Tinha 16 anos e sempre ia "à paisana", só pra acompanhar os fatos, porém, algumas vezes tive que me defender. Corri de organizada, me abaixei pra não levar pedrada em ônibus, enfim, já apanhei nessas investidas jornalísticas, mas também dei alguns sopapos como torcedor. Lei da vida, infelizmente. Mas a vontade de ver de perto tudo aquilo me fascinava. Torcia pela chegada do próximo clássico. Não perdia um. Sempre ia descaracterizado, mas não perdia a oportunidade de encontrar outros torcedores pelo caminho e lotar o ônibus, fazendo um tremendo escarcéu.
Nessas observações, notei que vez ou outra aparecia um vascaíno, um botafoguense. Isso é pra ilustrar que esse negócio de coligações entre torcidas sempre existiu. Palmeirenses com vascaínos e botafoguenses, corintianos e são-paulinos - recentemente - com flamenguistas e por aí vai. Em 2007, na última rodada do Brasileirão, no jogo entre Palmeiras e Atlético-MG, os atleticanos circulavam tranquilamente em meio aos palmeirenses na Rua Turiassu. Antes e depois do jogo, cujo placar dentro das quatro linhas (3 a 1 pros mineiros) tirou o Palmeiras da Libertadores e credenciou o rival Cruzeiro para o torneio sul-americano. Há um clima de hospitalidade entre elas, mas também um clima hostil por parte das adversárias.
Infelizmente esse "pseudo-ódio" entre torcedores vitimou mais um fã do esporte. Na última quarta-feira, torcedores de Corinthians e Vasco se enfrentaram na marginal após a partida que classificou o clube paulista à final da Copa do Brasil e (mais) um torcedor morreu. Certamente a motivação dos corintianos para essa tocaia foi saber que palmeirenses estariam no bolo. Esquecem que são seres humanos com a sorte de torcerem para clubes opostos. Selvageria desnecessária. Por qual motivo??? Estariam os corintianos revoltados com a classificação? Por que não foram comemorar no boteco mais próximo? Violência gratuita.
Estão propondo o jogo de uma só torcida. O futebol perderá com isso. A alegria de pedir silêncio do outro lado da arquibancada vai pelo ralo. Perde-se a emoção do gol. De ouvir das arquibacandas os gritos de incentivo, as vaias, tudo isso faz parte do espetáculo e precisa ser preservado.
*Foto extraída do: blogextracampo.files.wordpress.com em "Casa do Torcedor e Terreiro do Galo lançam a Campanha 'Paz nos Estádios – Blogueiros unidos em busca de Justiça' "
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Quantos amigos você já perdeu?

*Foto extraída do blog Imprensa Livre
quarta-feira, 29 de abril de 2009
"Alegria alegria no coração"

sexta-feira, 27 de março de 2009
Faltam só 94 anos e 131 dias
Será que deu tempo de pegar "a bóia no xadrez"?
Dona de um patrimônio incalculável às custas de sonegação fiscal, formação de quadrilha, contrabando e falsificação de documentos, a distinta senhora Eliana "sangue azul" Tranchesi, dona da suntuosa Daslu, já passeia livremente pelas avenidas de São Paulo num luxuoso importado, certamente. Isto porque, pasmem, estava condenada a simplórios 94 anos e meio de prisão, que sua advogada, brilhantemente, tentou - e conseguiu - sensibilizar com um: "ai, ela não vai aguentar...ela tem câncer..."
E a gente aqui, vendo tudo isso, pegando ônibus lotado, acordando cedo todos os dias e enfrentando nosso avião do trabalhador...correndo na subida como costumo dizer. E a nossa indignação vai passar com o próximo escândalo, claro. Porque uma "mosca sem asas" não voa. Jamais vai zunir em alguma ouvidoria e se conseguir, será esquecida na pausa para o cafezinho.
E a gente aqui, levando a vida como um monte de imbecis a honrar a nossa pátria, a buscar nosso lugar ao sol honestamente. Eu comentei com um amigo, ao saber da prisão, com certo desdém, admito: vamos ver quantos dias... Batata. Aí está a moça, saltitante nos seus chanéis, cheia de brilhantes e com a conta bancária transbordando.
Enquanto deixo de dormir pra escrever este texto ela deve ter aberto mais uma Chandon com sua quadrilha. E já deve ter começado a traçar novos planos para novas transações internacionais. Ilegais, evidentemente. Imposto? Ah, deixa que o Zé da Padaria paga certinho.
Tudo assim, muito simples, pronta para enfrentar a alfândega, Polícia Federal e quem quiser peitar. Quem sou eu mesmo? Quanto eu tenho? Ah...então você trate de assinar esse habeas corpus imediatamente, seu juizinho de m...!!!
Até quando, hein Pizzaria Brasil?
Indigna nação.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Marionete fenomenal

segunda-feira, 2 de março de 2009
A praga do "eletrizante"
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Boteco sujo? Tô dentro!!!

sábado, 7 de fevereiro de 2009
Bons ventos no Palestra

Os adversários se corroem de inveja. Na pré-temporada – sem a chegada dele, é bom ressaltar – fomos motivo de chacota. Perdemos dois amistosos contra times pequenos e, para nós torcedores, com a metade do time dispensado, a interrogação era grande.
Realmente o time se desfigurou em relação a temporada passada, mas, numa análise fria e racional com esses primeiros jogos do time, nós palestrinos, já começamos a esfregar as mãos e sentir cheiro de títulos.
Agora, rapidamente, vou falar dos reforços – pausa para comemorar o 3º gol do Palmeiras sobre o Marília na 3ª rodada e adivinhem de quem foi o “pé que balançou a rede”? Lenny!!! - mais um sinal de que bons ventos sopram no jardim suspenso.
Em ordem de importância vamos a eles: K9, ou Keirrison para os mais conservadores, Edmilson, Cleiton Xavier, Armero, Marquinhos e o próprio Lenny, que entrou com o pé direito em 2009 empenhado em reencontrar o bom futebol dos tempos de Fluminense.
Com isso imagine, caro leitor, o Palmeiras na final da Libertadores com esse esquadrão:
Marcos, Wendell, Maurício, Edmílson e Armero; Pierre, Cleiton Xavier, Marquinhos e Diego Souza; Lenny e Keirrison.
Diante deste quadro presumo que em 2009 o planeta será alviverde, certamente!!!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Será que vai chover???

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Estou de volta...e renovado!!!
Na distante Ibirá, busquei energias para continuar suando em busca dos sonhos. Uma cidadezinha tranquila, com pouco mais de 15 mil habitantes, porém cheia de encantos, muito sol, água cristalina e belas mulheres. Ops...foi lá que encontrei a minha dignissíma esposa, cujo plano de passar o que me resta de vida nesta terra ao lado dela permanece inabalável.
Pois bem, há quase 400 Km da minha amada Paulicéia, encerrei 2008 feliz!!! Nada de apedrejar o ano que se acaba. Pra mim foi produtivo profissional, afetiva e não tanto financeiramente, mas vá lá, nem tudo é perfeito.
Fato é que, com tantas emoções em 2008, terminar o ano totalmente desplugado de qualquer notícia impressa, televisiva ou radiofônica soa até irônico para alguém que escolheu como ofício, noticiar. Deve ter alguém lendo este texto e me condenando à fogueira por tamanha heresia, mas sinto orgulho em dizer que me desliguei do planeta, literalmente. Não que a cidade seja acesa à base de lampião, muito pelo contrário. Até banda larga chegou por aquelas bandas, e há muito tempo, é bom registrar. Mas a escolha foi minha. Preferi ouvir os pássaros, o vento forte nas folhas das árvores e também o silêncio do entardecer a ligar a TV num telejornal.